Guiné-Bissau procura solução para castanha de caju ainda por exportar

O Governo da Guiné-Bissau está a avaliar uma solução para milhares de toneladas de castanha de caju do ano passado que aguardam por exportação, segundo uma fonte do Ministério do Comércio. Nas contas do Governo, a castanha de caju, relativa à campanha de comercialização de 2022, que os empresários do país não conseguiram exportar "devido…
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De acordo com fonte do Ministério do Comércio, cerca de 30 mil toneladas de castanhas de caju estão por se exportar desde o ano passado, mas empresários falam em 50 mil.
Economia Negócios

O Governo da Guiné-Bissau está a avaliar uma solução para milhares de toneladas de castanha de caju do ano passado que aguardam por exportação, segundo uma fonte do Ministério do Comércio.

Nas contas do Governo, a castanha de caju, relativa à campanha de comercialização de 2022, que os empresários do país não conseguiram exportar “devido às dificuldades logísticas e da própria conjuntura do mercado internacional”, não deverá ultrapassar 30 mil toneladas, observou a fonte. Mas, entretanto, os empresários apontam para cerca de 50 mil toneladas.

“De qualquer forma, o Governo quer saber qual a quantidade de castanha que ainda está nos armazéns do país para arranjar uma solução para o problema”, enfatizou a fonte do Ministério do Comércio.

De acordo com a Lusa, os empresários que operam no sector do caju, principal produto agrícola e de exportação da Guiné-Bissau, têm vindo a lamentar-se sobre as dificuldades de comercialização para o exterior “de uma grande quantidade da castanha”, através de apelos repetidos ao Governo e ao Presidente guineense, no sentido de se encontrar uma solução.

A fonte do Ministério do Comércio sublinhou que “o assunto está na agenda”, com o Governo a pretender arranjar uma solução antes do início da campanha de exportação da castanha deste ano.

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